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Escuridão



Aqui neste casa vazia, 
o vento canta o frio nas frestas das janelas. 
Ouve-se longe as tempestades destrutivas. 


Em minha humildade tristonha, 
apago a frágil luz da lamparina. 
E mergulho meu rosto no escuro
para não recordar o tempo que passou
entre mim e esperar-te. 


Clebson Moura Leal

2 comentários:

  1. Lindo como sempre, Cleb!
    Que no próximo poema a Lamparina volte com a luz mais intensa possível, é disso que precisamos amore! haha.

    Bjão,
    Gabi Rossi

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  2. Simplesmente maravilhoso, Cleb..
    Você consegue nos fazer ler e sentir..
    ;)..

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